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Imagem da formação atual: Roberto Rosemberg, Tino Junior, Carlos Duba e Helbe Machado.
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“Apresentando técnica e sensibilidade na guitarra e no violão, o músico desenvolve belas composições próprias acompanhado de um time afiado de instrumentistas e um belo naipe de metais.” Guitar Player
Guitarrista, violonista, compositor e produtor, Roberto Rosemberg construiu uma trajetória que cruza jazz, música brasileira, blues e ritmos afro-latinos, com forte presença da improvisação e de uma linguagem autoral própria.
Começou os estudos musicais aos oito anos, passou pelo violão, pela formação no Rio de Janeiro e estudou na Berklee College of Music, em Boston, entre 1981 e 1984.
A partir de 1990, Roberto forma pela primeira vez uma banda em seu nome e passa a desenvolver um repertório centrado em suas próprias composições.
O CD Circular foi lançado em agosto de 2002 e registrou uma fase importante da carreira autoral de Roberto e de sua formação em grupo.
Baião, salsa, chorinho, jazz, afoxé, samba, soul e blues aparecem como elementos de uma linguagem marcada por diversidade rítmica e forte senso de swing.
Guitarrista, violonista, compositor e produtor, Roberto Rosemberg iniciou sua formação musical aos 8 anos de idade estudando piano clássico. Em seguida, de forma autodidata, passou para o violão. Estudou com o maestro Aluísio Didier e passou também por cursos da Pró-Arte e do Instituto Villa-Lobos, no Rio de Janeiro.
O desejo de aprimoramento e a vontade de vivenciar outras culturas fizeram com que o próximo passo fosse sua ida para Boston, nos Estados Unidos, onde estudou de 1981 a 1984 na Berklee College of Music. Em 1983, formou a banda de Latin Jazz Samambaia, com a qual se apresentou extensivamente durante dois anos no circuito de casas noturnas de Boston.
De volta ao Brasil em 1985, participou das bandas Quarto Crescente (1986) e Matéria Prima (1988). Paralelamente, acompanhou artistas como Peri Ribeiro, Bia Bedran, Ana Lemgruber e Clarisse Grova. Também realizou temporadas em duo com os guitarristas Tavinho Bonfá e Marcos Amorim, separadamente.
Em 1990, Roberto iniciou uma carreira solo, formando pela primeira vez uma banda em seu nome. Suas composições passaram então a ser a base do repertório do grupo. Uma das formações que marcou essa fase reuniu Roberto Rosemberg na guitarra e violão, Tino Junior no sax e flauta, Fernando Moraes nos teclados, Ênio Santos no contrabaixo, Kesso Fernandes na bateria e Dom Chacal na percussão. Esse sexteto foi o núcleo básico que gravou o CD Circular, lançado em agosto de 2002.
Desde 1993, Roberto também atua com uma formação mais reduzida, o Roberto Rosemberg Trio, tendo cumprido extensas temporadas no Guimas Fashion Mall, Bartolomeu, Guilhermina Café e Havana Café. Desde essa época, manteve atividade constante, com apresentações em casas e projetos como Ataulfo, Brasserie Europa, Sesi, Ibeu, Letras e Expressões, Terraço Rio Sul, Sextas de Jazz no Hotel Novo Mundo, Pátio Havana em Búzios, Lona Cultural de Anchieta, Centro de Arte Hélio Oiticica, Café Concerto em Búzios e Rio Design Barra, entre outros.
O trio desenvolveu um repertório eclético incluindo MPB, salsa, jazz e blues, tendo como característica uma música fortemente swingada e com grande liberdade de improvisação.
De junho de 2001 a novembro de 2002, Roberto atuou também como produtor, fazendo a direção musical do projeto Rio Design Barra Instrumental, que se tornou um importante canal de divulgação da cena instrumental do Rio de Janeiro.
O MÚSICO
Como instrumentista, Roberto se divide entre a guitarra e o violão, exibindo um estilo econômico, de voz própria e bastante direto. Na guitarra, sua principal influência é Wes Montgomery. Entre outros nomes citados como favoritos estão George Benson, John Scofield, Robben Ford, Heraldo do Monte, Luis Salinas, Carlos Santana e Jimi Hendrix.
O jazz trouxe também o gosto pelos instrumentos de sopro, que passaram a influenciar decisivamente seu estilo. Roberto admira ainda o trabalho de músicos como Miles Davis — a quem dedica uma música do CD —, Sonny Rollins, Hermeto Pascoal, Moacir Santos e Joe Zawinul.
Como compositor, desenvolve um trabalho de traços marcadamente brasileiros, com fortes influências do jazz, do blues e da música afro-latina em geral. Suas composições misturam ritmos como baião, salsa, chorinho, jazz, afoxé, samba e soul.
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